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Mostrando postagens de julho, 2009

C.S Lewis e a imaginação

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*TODAS AS FRASES EM ITALICO FORAM RETIRADAS DO LIVRO O IMAGINÁRIO EM AS CRÔNICAS DE NÁRNIA.* "O leitor interessado na obra de C.S Lewis vai deparar com discussões que o conduzirão a um enfrentamento intelectual." Essas são palavras do Mestre e Doutor em Lingüística João Batista Costa Gonçalves no prefácio do livro "O imaginário em as Crônicas de Nárnia" do Pastor Professor Advogado e Mestre em Direito Público Glauco Barreira Magalhães Filho. Ler C.S Lewis é uma aventura, é um convite a abrir a mente. Verdadeiramente nada fácil, mas é um desafio que eu digo sim ! C.S Lewis foi poeta, filósofo, apologista cristão, escritor, professor e crítico literário. Embora polígrafo – escreveu sobre filosofia, poesia, crítica literária, literatura fantástica e ficção científica –, foi sua produção no campo da literatura fantástica que mais ganhou destaque. Através de figuras tradicionais dos contos infantis, o evangelho pode ser apresentado às crianças. Utilizando-se de i...

Onde estão fixados os teus olhos

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    Segue aí para quem quiser receber uma palavra! esse texto recebi em 27 de março de 2006 !! e estava arquivado no meu e-mail. Resgatei ele para nos abençoar !! Abraços Julie de Pádua     ----- Original Message ----- From: Equipe PIBP To: Julie de Padua Sent: Saturday, May 27, 2006 10:11 AM Subject: Onde estão fixados os teus olhos Onde estão fixados os teus olhos "Se os teus olhos forem bons, teu corpo terá luz..." Muitas vezes as circunstâncias deste mundo nos levam a pensar que somos fracos e incapazes. Então enchemos o nosso coração de tristeza e desânimo, o que nos faz acomodar e sofrer muito. As conseqüências são as mais diversas, pessoas sofrendo de depressão, decepcionadas com a vida e com todos, fracassadas na vida profissional, ministerial e sentimental. Mas, pior é quando essas pessoas se afastam dos caminhos do Senhor.Este é um problema real na vida de muitos cristãos.Quantas pessoas já viveram a plenitude dos caminhos do Senho...

A espiral do vôo da borboleta

O baile se bailava sozinho enquanto ela pensava. E pensava. Pensava lá e cá, feito uma adolescente que talvez jamais tenha sido, tentando decidir se iria ou não. E ele a convidou para dançar. Não era um príncipe. O que importava? Ergueu-se um pouco aflita, sem jeito em sua magreza, ainda naquela dúvida que lhe balançava a alma. Ora, é pouca coisa, só uma dança. E foi. Rodopiando sem graça em seu vestido lilás. Então se arriscou nas palavras: e disse palavras proibidas no ouvido de seu par. Disse assim bem depressa pra se envergonhar depois. E ele não se fez de rogado e apertou os quadris ossudos da dançarina indiscreta. Ele, homem. Ela, frágil. Corando como fazia tempo não sabia corar. E balançando o corpo num balanço tímido. Pensando com certa graça: velha também pode dançar. Ele de aliança no dedo. Casado. Mais proibido, mais vontade, e ela bem queria lembrar se ainda sabia mexer os quadris. Se ainda sabia fazer. Sabia. Ele queria se divertir e não se perdia em pudores. Prendia o cor...